Febrava 2019

A RLX Fluidos Refrigerantes está confirmada como expositora na FEBRAVA 2019. Pela terceira vez consecutiva, a fabricante de fluidos para refrigeração estará presente nesta que é a 21º edição da feira, considerada como a principal vitrine nacional para as empresas do setor HVAC-R.

O evento ocorrerá entre os dias 10 e 13 de setembro, na moderna e confortável estrutura do centro de eventos São Paulo Expo, na capital paulista. Segundo a organização, é esperada a presença de mais de 25 mil visitantes e cerca de 300 empresas expositoras. 

Para Ramon Lumertz, CEO da RLX, a expectativa para essa edição é grande. “Este ano buscamos consolidar nossa participação no mercado brasileiro. Participar da Febrava possibilitará firmarmos ótimos negócios e fortalecer o relacionamento com clientes e outras empresas do setor.” explica Lumertz. 

O estande da RLX terá 99 m2, oferecendo maior conforto aos visitantes, e estará localizado no espaço E54 do pavilhão principal do evento.

IBAMA modifica instrução normativa que regulamenta o CTF/APP.

Você sabia que as regras sobre o Cadastro Técnico Federal mudaram para consumidores e prestadores de serviços?

 

Para esclarecer as modificações, o  IBAMA criou um material de divulgação sobre a nova regra que redefine a obrigatoriedade de ter ou não o Cadastro Técnico Federal – CTF/APP, conforme a Instrução Normativa nº 5/2018, que regulamenta o controle ambiental de atividades que usam substâncias nocivas à Camada de Ozônio.

Confira o que mudou assistindo o vídeo abaixo:

 

Para mais informações sobre a nova regra de enquadramento, acesse: https://www.ibama.gov.br/cadastros/ctf/ctf-app/ftes

RLX participa da AHR Expo 2019

Pela segunda vez consecutiva a RLX Fluidos Refrigerantes participa da AHR Expo, a maior feira de HVACR do mundo. Nesta edição de 2019, a feira acontece em Atlanta, nos Estados Unidos, e ocorre dos dias 14 a 16 de Janeiro.

Com apoio do programa de incentivo a exportação da Abrava e da APEX, a RLX almeja ampliar sua participação no mercado americano com os produtos produzidos na sua fábrica de fluidos HFC que fica na Zona Franca de Manaus. Atualmente, a capacidade produtiva da RLX no Brasil é a maior da América do Sul, possibilitando grandes oportunidades de negócios em todo o continente americano.

O estande está localizado no Hall C do George World Congress Center, no número 7413.

RLX FIRMA PARCERIA COM SENAI

A RLX Fluidos Refrigerantes, que em setembro completou 1 ano da sua fábrica no Brasil, anuncia parceria firmada com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Amazonas. 

A ação visa apoiar os cursos de refrigeração e climatização do SENAI Amazonas com o fornecimento dos fluidos refrigerantes da RLX. Os produtos serão utilizados pelos alunos nos laboratórios da instituição, seja em aulas práticas de manutenção e instalação ou no desenvolvimento e aperfeiçoamento de novas tecnologias.

(Esquerda: Renato Vangelino Jr. Direita: Waldemir Carvalho)

 

Para formalizar o acordo, a RLX promoveu um encontro no Novotel com o coordenador da instituição, Waldemir Carvalho, representantes da instituição amazonense e colaboradores da empresa. “Essa parceria visa fomentar o desenvolvimento e qualificação dos profissionais do setor, oferecendo um insumo imprescindível nos sistemas de refrigeração e que atende os mais rigorosos padrões internacionais de qualidade”, ressaltou Renato Vangelino Júnior, gerente de operações da RLX no Brasil.

O SENAI também realizou a entrega de certificados aos colaboradores da RLX que realizaram cursos de aperfeiçoamento profissional na instituição.

RLX é certificada pelo INMETRO

A RLX Fluidos Refrigerantes, no final do último mês, recebeu o certificado do INMETRO que a habilita realizar a descontaminação de equipamentos para transportes de fluidos HFC, atendendo os comandos da Lei nº 9933, de 20 de dezembro de 1999, assim como o Regulamento aprovado pela Portaria INMETRO nº 255, de 03 de julho de 2007. Atualmente, a RLX é a única indústria da Zona Franca de Manaus autorizada pelo órgão certificador a realizar este tipo de serviço.

Segundo Renato Vangelino Júnior, gerente de operações da fábrica da RLX em Manaus, a busca pela certificação de descontaminador reafirma o compromisso da empresa com o cuidado e preservação do meio ambiente. “A RLX está constantemente em busca das melhores práticas do mercado no que tange qualidade e segurança, e essa certificação conquistada pela companhia reafirma esse compromisso”, afirma Vangelino.

O serviço de descontaminação de isotanques será realizado não apenas nos equipamentos utilizados pela empresa como também será oferecido a clientes e outras empresas da região que necessitem do mesmo.

ABRAVA publica guia de recomendações sobre a nova lei do PMOC.

RENABRAVA 7, guia de recomendações normativas, da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar condicionado, Ventilação e Aquecimento é lançado para o mercado AVAC-R. A RENABRAVA 7 conta com 22 perguntas e respostas com dúvidas frequentes referentes ao cumprimento da Lei 13.589/2018, também conhecida como Lei do PMOC.

Para o presidente da ABRAVA, Arnaldo Basile, “este é um documento oficial da Associação, que tem por objetivo orientar profissionais do setor de ar-condicionado sobre aplicabilidade da Lei 13.589 com recomendações sobre seu cumprimento”.

Para Paulo Rosenthal, responsável pelo Departamento Jurídico da ABRAVA, as regras do PMOC são claras, uma vez que as Resoluções e demais Normas da ANVISA estão válidas, e não foram revogadas, e, portanto, devem ser seguidas, uma vez dotadas de força de Lei, ou seja, de observância obrigatória. De qualquer forma, a expectativa é de que o Decreto Regulamentador deve ser publicado em breve, finaliza Rosenthal

Essa Lei obriga todos as instalações de uso público ou coletivo a terem um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) do sistema de climatização, e deverá atender e observar os parâmetros normativos e de qualidade regulamentados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a Normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Entre as penalidades previstas em Lei, estão multas de R$2.000,00 até R$1.500.000,00, sendo dobrado na reincidência, além de sanções civis. E, entrará em vigor a partir de 180 dias, contados da publicação do Decreto Regulador.

As 22 perguntas e respostas foram compiladas entre as centenas de consultas enviadas ao canal PMOC, criado pela ABRAVA para esclarecer dúvidas de profissionais do setor e agentes envolvidos no processo. O email do canal é [email protected]. A responsabilidade das respostas está a cargo de profissionais especialistas na temática PMOC.

Clique para baixar o guia

RLX participa de Workshop promovido pelo MMA e a UNIDO em Porto Alegre.

O Ministério do Meio Ambiente – MMA e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial – UNIDO, realizaram em Porto Alegre no dia 28 de junho de 2018, o Workshop sobre “Fluidos Frigoríficos alternativos para equipamentos de refrigeração comercial”.  

O evento faz parte da Etapa 2 do Programa Brasileiro de Eliminação de HCFCs que visa auxiliar técnica e financeiramente pequenas e médias empresas fabricantes de equipamentos de refrigeração comercial, no desenvolvimento e implantação de novas tecnologias relacionadas a fluidos frigoríficos alternativos e ambientalmente adequados.

O workshop contou com a presença de diversas empresas do setor, como fabricantes de equipamentos e empresas que utilizam e prestam serviços de instalação e manutenção. A RLX foi a única fabricante de fluidos refrigerantes presente e se atualizou sobre aspectos técnicos e normativos ao tema e sobre as principais tendências do mercado brasileiro e internacional.

Refrigeração Comercial e Industrial em evidência na ABRAVA

Substituição de fluidos refrigerantes, dados mercadológicos, capacitação, tributação, normalização são assuntos em pauta na ABRAVA

Os Departamentos Nacionais de Refrigeração Comercial e Industrial da ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento estiveram reunidos na sede da associação e traçaram novas metas e objetivos para os setores representados. Participam dos Dns empresas da indústria, comércio e serviços.  O objetivo dos grupos é trabalharem em prol ao setor representado com pautas de interesse comum, como mapeamento do mercado de atuação, tributação, substituição de fluidos refrigerantes, normalização, qualificação de mão de obra, entre outros assuntos.

Para Adhemar, presidente do DNRI, “A ABRAVA e particularmente o Departamento Nacional de Refrigeração Industrial é o local e o ambiente ideal para as diversas empresas do segmento de Refrigeração Industrial debaterem as pautas e os desafios e as que sejam de interesse comum”.

Na pauta do DN Refrigeração Industrial, a posse da nova diretoria, Adhemar J. Magrini Liza da Johnson Controls como presidente e na vice-presidência Silvio Guglielmoni da Mayekawa do Brasil. Durante o encontro foram discutidos diversos tópicos, entre eles, a decisão pela realização de uma pesquisa com empresas da área de refrigeração industrial que servirá de base para elaboração do plano de ação do grupo, assim como a definição de prioridades e metas a serem cumpridas. Participaram da reunião realizada na sede da ABRAVA representantes das empresas, Johnson Controls, Mayekawa do Brasil, Danfoss do Brasil, Imbera Evapco e Emerson Climate. Ficou definido à princípio que os encontros serão mensais.

Para Eduardo Almeida, diretor da Bitzer Compressores e presidente do DNRC, a retomada do grupo permitirá novos diálogos sobre assuntos bastante relevantes como eficiência energéticas e fluídos refrigerantes com menor impacto ambiental, criando subsídios para ABRAVA levar um posicionamento bastante claro do setor para os órgãos governamentais.

Na reunião do DN Refrigeração Comercial diversos assuntos estiveram na pauta do último encontro, entre eles: a retração econômica brasileira e o impacto no setor nos últimos anos; tendências para os próximos anos; uma nova sistemática de elaboração de dados de mercado visando a geração de um indicador eficiente dentro das normas e compliance da associação; busca de novas empresas para o fortalecimento do grupo; definição do processo do certificado de similaridade e sua sistemática; Fluidos Refrigerantes, refrigerantes ecológicos , hidrocarbonetos , normas e tendências; entre outros assuntos. O próximo encontro ficou pré-agendado para o mês de julho.

 

Sobre a ABRAVA

 A ABRAVA – Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação e Aquecimento – é uma associação sem fins lucrativos que representa quatro setores da economia, cujo faturamento previsto para 2018 será da ordem de R$ 30,5 bilhões, compreendendo toda a cadeia com a indústria, comércio e serviço. Gera cerca de 250.000 empregos diretos e indiretos. Baseada na Engenharia, entre as temáticas abordadas na ABRAVA estão: Eficiência Energética, Meio Ambiente, Sustentabilidade, Qualidade do Ar, Normalização, Capacitação, entre outros temas.

Uso correto de fluido refrigerante garante melhor desempenho do ar-condicionado inverter

R-410 é o produto mais indicado e deve ser instalado de forma cuidadosa

Com um sistema de funcionamento distinto dos equipamentos de ar-condicionado convencionais, o equipamento do tipo “inverter” também exige atenção especial com relação ao fluido refrigerante para que ele possa oferecer um desempenho de climatização e consumo de energia mais satisfatórios.

– Na maioria dos casos, opta-se pelo R-410 A, que, tecnicamente falando, e comparando com os aparelhos comuns, tem uma pressão de trabalho bem superior. Este fluido só pode ser utilizado em sistemas projetados para ele. A especificidade do “Inverter” exige, ainda, o uso de ferramentas inerentes para a sua instalação – explica o CEO da RLX, Ramon Lumertz.

O principal cuidado que o técnico deve ter é aplicar o R-410 em fase líquida, com o cilindro de cabeça para baixo. Por tratar-se de uma mistura entre dois elementos, desta forma o fluido mantém as suas características originais e sua fórmula equilibrada no processo de transferência de um recipiente para outro.

Uso de fluido refrigerante em equipamentos de ar-condicionado deve seguir regras do fabricante

Queda de potência do aparelho pode estar relacionada ao espaço a ser refrigerado do que com o uso do produto

Cada sistema de refrigeração é projetado para trabalhar com determinados equipamentos, os quais também têm características técnicas que são mais compatíveis a certos fluidos refrigerantes. Portanto, ao instalar ou fazer manutenção em um sistema é recomendado utilizar o produto indicado pelo fabricante, pois o uso de um tipo não compatível ao sistema pode danificar as peças e até mesmo afetar o seu desempenho.

– Atualmente, o mercado oferece diversos substitutos. No entanto, a recomendação para a troca é somente fazê-la quando houver necessidade de adequação à legislação, como no caso do R-22, um produto sob influência de um acordo global que tem por objetivo eliminar o seu uso devido aos danos ambientais. Há, também, a possibilidade da troca quando o preço ou distribuição de determinado fluido dificulte a manutenção dos equipamentos – explica o CEO da RLX, Ramon Lumertz.

Com relação à potência do equipamento, ao contrário do que muitos pensam, ela pode estar mais relacionada ao dimensionamento do ambiente do que ao fluido. De acordo com Lumertz, todo equipamento tem um desempenho de refrigeração que leva em conta sua capacidade de troca de calor em determinada situação. Quando se instala um sistema com potência inferior ao necessário, em situações de maior temperatura ele terá seu funcionamento prejudicado.