Sistema VRF: o que muda na escolha do fluido refrigerante?

O que é um sistema VRF?

O sistema VRF — Fluxo de Refrigerante Variável — utiliza uma ou mais unidades externas conectadas a várias unidades internas. Ele controla a quantidade de fluido enviada para cada ambiente conforme a necessidade de climatização, permitindo atender diferentes áreas de um edifício de forma independente.

Essa tecnologia é encontrada em escritórios, hotéis, hospitais, lojas, condomínios e outros empreendimentos que precisam climatizar diversos ambientes com controle individual.

Por que a escolha do fluido é tão importante?

Em um sistema VRF, o fluido refrigerante circula por uma rede que atende várias unidades internas. Por isso, a escolha não pode ser feita apenas com base no preço, na disponibilidade ou na semelhança entre produtos.

O fluido deve ser exatamente aquele indicado pelo fabricante do equipamento. Cada sistema é desenvolvido considerando características como:

  • pressão de trabalho;
  • capacidade frigorífica;
  • óleo lubrificante;
  • compressor;
  • tubulação;
  • quantidade de carga;
  • classificação de segurança.

Utilizar um fluido diferente do especificado pode comprometer o desempenho, a segurança e a vida útil do sistema.

R410A e R32 em sistemas VRF

Durante muitos anos, o R410A foi amplamente utilizado em sistemas VRF. Atualmente, novas linhas começam a adotar o R32, que possui menor potencial de aquecimento global e pode exigir uma carga menor, dependendo do projeto.

Os dois fluidos continuam presentes no mercado. Existem linhas de VRF e Mini-VRF projetadas para R410A e outras desenvolvidas especificamente para R32. Isso significa que um não deve ser colocado no lugar do outro sem que o equipamento tenha sido projetado e homologado para essa mudança.

O cuidado com a carga do R410A

O RLX 410A é um blend utilizado em equipamentos de ar-condicionado e refrigeração comercial projetados para trabalhar com R410A.

Por ser uma mistura, sua carga deve ser realizada na fase líquida. A quantidade também precisa seguir exatamente o valor indicado pelo fabricante do sistema, com utilização de balança e ferramentas adequadas à pressão de trabalho do produto. O RLX 410A apresenta 99,9% de pureza e é compatível com óleo lubrificante POE.

Em sistemas VRF, nos quais a carga pode variar conforme o comprimento e a configuração da tubulação, seguir o projeto e os procedimentos do fabricante é fundamental.

O que muda nos sistemas com R32?

O RLX 32 é um fluido puro, com classificação de segurança A2L, caracterizada por baixa toxicidade e baixa inflamabilidade.

Equipamentos projetados para R32 podem utilizar uma quantidade menor de fluido em comparação a sistemas equivalentes com R410A. Porém, sua classificação exige cuidados específicos no projeto, na instalação, no armazenamento e na manutenção.

Por isso, a adoção do R32 em VRF não significa apenas trocar o produto. O equipamento, os componentes, as ferramentas e os procedimentos precisam ser compatíveis.

O papel dos fluidos RLX

Em sistemas complexos como o VRF, a procedência do fluido é tão importante quanto sua correta especificação.

A RLX oferece soluções para diferentes gerações de equipamentos, com destaque para:

  • RLX 410A, destinado a sistemas projetados para R410A;
  • RLX 32, para equipamentos desenvolvidos especificamente para R32;
  • produtos com qualidade, pureza e rastreabilidade;
  • diferentes embalagens para distribuidores e grandes consumidores;
  • suporte técnico e comercial;
  • capacidade de fornecimento em volume.

A escolha correta começa sempre pelo manual e pelo projeto do equipamento. Depois disso, contar com um fornecedor confiável ajuda a preservar a eficiência e a segurança da instalação.

Sua empresa trabalha com instalação, manutenção ou abastecimento de sistemas VRF? Conheça os fluidos refrigerantes RLX e consulte a solução indicada para cada equipamento.

 

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